Olááá! Tudo bem? Hoje vamos falar o que fazer em Bento Gonçalves.
Isso porque o lugar escolhido para o projeto “Uma viagem por mês” de maio foi Bento Gonçalves, no RS.
E por que Bento Gonçalves? Porque daria para unir viagem e corrida. Afinal, haveria a Wine Run.
Sendo assim, vamos voar…
Bom, quase não conseguimos voar, já que no dia da partida, o tempo estava um horror e o aeroporto de Porto Alegre (POA) estava fechado…
A preocupação era que nós tínhamos o transfer para Bento Gonçalves às 11h.
Resumindo: saímos do Galeão com uma hora e meia de atraso.
Chegamos às 11h em ponto a Porto Alegre, depois de ficarmos dando voltas e voltas no espaço aéreo, aguardando o aeroporto abrir de novo…
Como o nosso voo atrasou, o voo de outras pessoas que pegariam o mesmo transfer também atrasou.
Menos mal… Afinal, todos estavam com o mesmo problema.
Mais uma hora e meia de viagem e chegamos a Bento Gonçalves.
Após instalação no hotel, com direito à espumante de boas vindas, fomos almoçar.
Meu companheiro de viagem ficou descansando e eu fui buscar o kit.
“Andei, andei, andei, até encontrar…”
Depois de andar “um pouquinho”, já que me deram informações erradas, cheguei ao hotel onde estava sendo a entrega dos kits para a Wine Run.
Kit da Wine Run Bento Gonçalves
Bem recheado o kit, inclusive com uma garrafa de vinho…
Lá, conheci um corredor daqui do Rio também e ele me mostrou o centro da cidade.
Aproveitei para passar no centro de informações ao turista para pegar mais informações e fiquei encantada com a receptividade das pessoas.
Com um mapa, a vida é muito mais fácil.
Fui conhecer a Igreja de Cristo Rei, uma igreja em estilo neogótico que havia lido que era imperdível.

Como era próxima do Pipa Pórtico, fui lá conhecer também.

Na boa, o portal de entrada da cidade, o Pipa Pórtico, não tinha nada de especial… Mas, tudo bem, tudo é válido nessa vida…
Voltei ao hotel, me arrumei e fomos ver a palestra sobre vinhos…
Como a palestra anterior atrasou, ficamos esperando e aproveitamos para beber sucos de uva.
Sucos, sim, porque foram várias amostrinhas que experimentamos…

Desistimos da palestra e fomos ao jantar de massas. Foi até bem melhor do que eu pensava.
Dia da Wine Run
O café foi servido mais cedo no hotel (isso foi excelente) e pude me aprontar com calma para esperar o ônibus que nos levaria até a largada.
Novamente, encontrei com o corredor do dia anterior, o Carlos, e com o Ernesto, da Equipe Chão do Aterro.

Largada dada, vamos que vamos…
Achei que seria uma prova mais de chão de terra batida, mas não foi bem assim…
Peguei muito asfalto, paralelepípedo…
Terra que era bom, nada…
Só nos momentos finais. Isso foi ruim porque eu fui com o tênis de trilha, ou seja, fica ruim correr com ele nesses pisos…
No km 4, surgiu uma subida “fenomenal”.
Foi muito engraçado, porque estávamos vindo numa reta e quando fizemos a curva, a imagem era assustadora: uma subida alucinada…
Vencida essa etapa, não teve mais nada tão sinistro.
Não achei a paisagem super mega espetacular como é veiculado pela propaganda.
De repente, por eu não ter feito o trajeto todo, já que revezei, pode ser que a segunda parte seja mais bonita.
Enquanto isso, eu peguei o ônibus que levava até a chegada.

Depois de garantir a medalha e comer uma massa que estava sendo oferecida, começou a brincadeira: FESTA DO ESPUMANTE!

Eu não bebo, mas naquele dia eu bebi, e MUITO! E o mais interessante: não fiquei tonta e nem bêbada… Medo…
Depois de aproveitar bastante, voltamos ao hotel e fomos almoçar.
À noite teve o jantar especial no restaurante Canta Maria.
Bom, para quem for nas próximas edições, não indico.
Comida super restrita.
Até o garçom estava reclamando, dizendo que aquilo não era um evento legal. Fica a dica…

Trem do Vinho Bento Gonçalves
No domingo, pude acordar tarde, tomar café de manhã com calma e em paz e sair com calma também para o passeio no Trem do Vinho.

Como cheguei cedo, fui ver a tal da Epopeia Italiana que é do lado da estação.
É uma representação de que como foi a chegada dos imigrantes italianos e dos fundadores de Bento Gonçalves.
NÃO INDICO DE JEITO ALGUM…
Achei super fraca a apresentação, a mulher só gritava…
Ao final da apresentação, teve pãozinho e vinho (ou suco de uva…).
O trem partiu às 14h.
Ele sai de Bento Gonçalves, para em Garibaldi por 15 minutos e termina em Carlos Barbosa.

Antes da partida, você pega uma taça e já pode começar os “trabalhos” com suco de uva e/ou com vinho.


Ao longo do percurso, ocorrem apresentações de grupos típicos.
Em Garibaldi, as opções são espumante e/ou suco de uva…

Em Carlos Barbosa, não houve nem vinho, nem espumante e nem suco de uva.
Dessa forma, peguei o ônibus e voltei para a estação de Bento Gonçalves.
Como chegar a Porto Alegre de Bento Gonçalves
Se você não alugou carro, para chegar a Porto Alegre, a boa é ir de ônibus até a rodoviária. De lá, fomos ao aeroporto…
Madrugada feliz, nas cadeiras “confortáveis” do aeroporto e com 6 horas de espera…
Mas, como disse, tudo é válido…
Chegamos ao Rio às 8h30, no dia daquela chuva que deu um nó no trânsito…
Consegui chegar a minha casa após 1 hora de engarrafamento, mas como não era dia de trabalhar, pude ficar em paz e fazer um treininho leve para não perder o ritmo, né? He he he…
E você? Gosta de fazer visitas à vinícolas? Gosta de participar de corridas com o vinho sendo o tema, como a Wine Run? Além disso, tem mais alguma informação para complementar?
Então, aproveite e utilize o campo dos comentários para isso…
Vou aguardar a sua mensagem, mas hoje fico por aqui!
Portanto, um super beijo e até a próxima,
Carolina
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